A sociedade compreendem a maternidade pela ótica do romantismo. Entretanto, recentemente vem ganhando força um movimento que visa desmistificar o tema e tratá-lo de maneira menos idealizada. Sendo assim, cada vez mais mulheres podem viver uma maternidade sem tantas culpas por não se encaixar nesse modelo de “mãe perfeita” que na verdade nunca existiu, mas que sempre povoou o imaginário popular.

 

As pautas relacionadas à maternidade vêm evoluindo de acordo com as demandas de uma sociedade em plena ebulição comportamental, porém alguns temas vistos como tabus ainda estão longe de “ver a luz do sol”. É o caso das mães abusivas que, por um conjunto de fatores, deixam como legado aos seus filhos uma série de traumas.

 

A destruição causada por uma mãe com o transtorno de personalidade narcisista na vida de seus filhos. O transtorno de personalidade narcisista torna a pessoa incapaz de amar, sentir empatia e impossibilita a construção de vínculos afetivos saudáveis e profundos com qualquer pessoa.

 

O relacionamento entre uma mãe com transtorno de personalidade narcisista com o filho é marcado por atritos e discussões, muitas vezes por motivos fúteis, sendo difícil manter uma convivência pacífica e saudável sob o mesmo teto. Provocações são comuns, para que o filho reaja de forma negativa, criando assim uma situação de vitimização.

 

As mães narcisistas pensam nos filhos como uma posse permanente, como se fosse uma propriedade.

 

A mãe narcisista jamais vai buscar ajuda. Elas não possuem capacidade cognitiva de ter empatia ou de amar, não conseguem avaliar e reconhecer os próprios erros, pois para esconder a sua real identidade, criam um mundo fictício, enxergando-se perfeitas, sem falhas ou defeitos. Por esse motivo, mães narcisistas não buscam ajuda terapêutica, muito menos reconhecem que são acometidas por esse transtorno.

 

Essas mães estão propensas a manifestarem os seguimentos comportamentos negativas na criação dos filhos: alienação parental, campanha difamatória contra a filha, humilhações constantes, triangulação nas relações entre irmãos (um costuma ser o “filho de ouro” e o outro o “bode expiatório”), exposição da criança a situações de risco, ameaças, privações dentro de casa, violência física e psicológica, violência patrimonial, mentiras constantes, manipulações, distorção da realidade e acordos unilaterais onde somente o narcisista é o beneficiado.

 

Profissionais sérios e que entendam do tema é o salto inicial para curar os danos causados e que podem prejudicar diversas áreas na vida dos sobreviventes. Em tempos de expansão de conteúdos e virtualização das plataformas, é possível encontrar livros especializados, canais no Youtube e páginas nas redes sociais que debatem exclusivamente a temática.

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