Como combater os fracassos? Por que os outros nos veem de forma diferente de como nós próprios nos vemos? Por que para os outros tudo parece ser tão fácil? Por que não consigo ser feliz? Por que mais de 50% dos brasileiros sofre de baixa autoestima?

A rotina diária de nossas ações, tende a antecipar sempre a cada ato, uma consciência super egoica em todos os momentos de nossas vidas.
Na verdade, antes de estabelecermos o verdadeiro valor de nossos desejos e planos, nos surpreendemos estabelecendo limites que supostamente possam ser cobrados pela conjuntura da sócio-cultura que vivemos.
Assim, temos uma tendência absolutamente automática, a nos auto-censurar antes mesmo de projetar a execução de atos que uma vez executados nos dariam muito prazer e satisfação pessoal.
Existe uma gama de fatores que influenciam nessa dita consciência censurante que limita nossas ações mais simples e que não estejam comprometidas com os padrões ditos convencionais ou convencionados.
Assim, as vezes (digamos até muitas vezes), deixamos de fazer ou realizar aquilo que desejamos e que provavelmente nos fariam usufruir de momento absolutamente prazerosos.
A psicanálise lacaniana, ao abordar os 3 registros (Real, Simbólico e Imaginário) nos ajuda nesse raciocínio absolutamente contemporâneo.
Mas, como poderíamos estabelecer uma avaliação entre o certo e o errado, o decente e o indecente, o moral e o imoral, ou ainda o ético e o anti-ético.
Não farei uma dissertação estabelecendo as diferenças entre as nuances de ética, me referindo a Platão e Sócrates e fazendo as respectivas citações.
Mas em se tratando de felicidade (aquela que absoluta que só vemos pela tela do cinema, sem restrições ou censura e que normalmente não nos concederíamos em hipótese alguma), acho que todos nós somos platônicos.
E se somos, obrigatoriamente temos que creditar a irrealidade desses atos, à nossa consciência que cruelmente nos tira da tela ou da ribalta e nos remete a realidade crua de uma vida cheia de limites e responsabilidades(??). (André Lacerda - Psicanalista)

A partir da análise (psicanálise), é possível deixar aflorar e elaborar os conteúdos inconscientes que determinam as sofríveis e incontroláveis repetições e, então, reconfigurar o desenho de si e da própria vida, buscando novos comportamentos e atitudes, contudo, com o auxílio da hipnoterapia o tratamento dos sintomas é mais eficaz e o indivíduo SE TORNA LIVRE DAS AMARRAS EMOCIONAIS que o aborrecia.

A angústia é a reação à ameaça da perda do objeto, isto é, à ideia de que nosso amado possa faltar. Assim, a angústia é associada à representação consciente daquilo que pode ser a ausência do outro amado. Em termos lacanianos diríamos: a angústia surge quando imagino a falta; ela é uma resposta à falta imaginária. (Nasio)

Alimentar o pensamento da doença é alimentar a doença; a mente que produz a doença é a mesma que possibilita a cura; somos o que pensarmos e as memórias que permanecem

   Exercícios imagéticos e meditativos são vias trilhadas por toda vida e que conduzem o ser humano para dentro de si, para outros espaços da consciência e para um maior conhecimento de si.

 

   Portanto, trata-se de chegar à "realidade por trás da realidade", de fazer experiências em um espaço transpessoal da consciência, experiências que não se consegue captar nem com os conceitos de nossa linguagem cotidiana nem com os conceitos da ratio.

 

 

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A Formulação da Demanda!

A demanda, enquanto expressão do desejo, é essencialmente uma demanda de amor dirigida ao outro: é demanda de ser o único objeto de desejo do Outro.
Pelo modo como Lacan considera o narcisismo, surge a ideia de que o desejo é uma busca da satisfação primária. Na obra lacaniana, estas estas proposições têm valor de axiomas que se enquadram na conceptualização global do sujeito, em sua relação consigo mesmo e com o outro. Mas, além da busca primária, nas sucessivas buscas há, por parte da criança uma intenção de significar o que deseja. Este ingresso na significação, medido pela linguagem, é necessariamente incompleto, o que torna impossível reencontrar o júbilo primário.
O desejo, enquanto desejo do desejo do outro, transforma-se no desejo de um objeto impossível de significar; o desejo renasce constantemente, sobre a falta deixada pela Coisa. Todos os objetos com que se procure preencher esta falta serão, apenas, objetos substitutivos. O objeto do desejo é o objeto " eternamente faltante". Assim, o objeto a, enquanto objeto faltante é, em si mesmo, o objeto produtor da falta. A criança pressente, embora não chegue a descobrir, que o outro padece, em seu desejo, da mesma falta que ela sofre e, por isso, aspira a se converter no objeto faltante ( o falo).
De certa maneira, ser o único objeto do desejo do outro transforma-se, na criança, em uma negociação da essência fundamental do desejo, que é a falta. Recusa tanta esta dimensão de falta como a falta no outro, ao se apresentar, a si própria, como objeto desta falta. Inversamente, reconhecer a falta no outro, como algo impossível de preencher, é o que faculta ao sujeito notar a irreversibilidade de sua própria falta. Este é o primeiro passo para o desenvolvimento edípico. Na dialética do Édipo, a criança deve abandonar a posição de objeto do desejo, ocupando, portanto, uma posição na qual passa a ser objeto do desejo de objetos substitutivos.

Fraterno abraço
André Lacerda - Psicanalista

A insônia é um fator somático na melancolia. Porque o complexo de melancolia se comporta como uma ferida aberta atraindo as energias catexiais, e esse complexo pode ser resistente ao desejo de dormir. (ref. Luto e Melancolia)

A mágoa se apresenta como um desgosto, um descontentamento, que pode ser por alguém ou pela própria vida, com sessões de hipnoterapia o indíviduo passa a bloquear e entender esses sentimentos.

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A odontologia é uma profissão em que a hipnoterapia já é bem conhecida e bastante presente.

Aliás, foi a primeira à autorizar seu uso como ferramenta coadjuvante na odontologia.

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