Existem estudos que evidenciam a comorbidade entre o Transtorno Opositor e Desafiante (TOD) em crianças e adolescentes com Transtornos do Espectro do Autismo (TEA). Muitos jovens com autismo São opositores, desafiadores, relutam em seguir regras e normas e apresentam outras características do TOD que explico agora:

 

O Transtorno opositivo e desafiante (TOD) consiste de um padrão persistente de comportamentos negativistas, hostis e desafiadores na ausência de sérias violações de normas sociais ou direitos alheios.

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No TOD as criança e adolescentes podem ser:

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🔹 Desafiadoras

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🔹 Não aceitam regras e limites

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🔹 Opositoras

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🔹 Rancorosas

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🔹 Vingativas

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🔹 Agressivas verbalmente

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Frequentemente o TOD se inicia na idade pré escolar, podendo chegar à adolescência.

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O TOD pode evoluir para Transtorno de Conduta, que é um distúrbio mais grave em que há violações das normas sociais.

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O tratamento envolve:

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🔹 Psicoeducação ⠀⠀⠀⠀⠀

🔹 Psicoterapia individual e familiar ⠀⠀⠀⠀⠀

🔹 Orientação de pais e professores

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O tratamento medicamentoso é pouco eficaz e usado para tratar comorbidades como:

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🔹 TDAH ⠀⠀⠀⠀⠀

🔹 Ansiedade ⠀⠀⠀⠀⠀

🔹 Depressão ⠀⠀⠀⠀⠀

Ou sintomas como agressividade e impulsividade

 

É um distúrbio que afeta de maneira importante a dinâmica familiar, está associado a diversas condições negativas como bullying, estresse familiar e parental.

"Todo tratamento psicanalítico
é uma tentativa para libertar o amor recalcado."

(Sigmund Freud)

De pavor de dentista a depressão: como o processo pode colaborar com terapias

Trilhar o caminho do autoconhecimento não é fácil, pois para isso é preciso enfrentar as próprias dores e fantasmas. Muito mais confortável, portanto, é colocar uma venda na alma e mascarar a própria verdade. Mas quem não se conhece, não sabe do que é capaz! (Wally Martins)

Um dos grandes contribuientes da HIPNOSE MUNDIAL...

Um psicanalista deve também saber olhar, e não apenas escutar. Pois é ali nesse centro, nessa cena íntima, que o analista pode incluir-se. Com efeito, é desenvolvendo uma visão mental concentrada nesse ponto que o clínico tem a oportunidade de apreender uma das causas profundas do sofrimento daquele que o consulta. Portanto, podemos dizer que o analista forja em seu espírito a fantasia de seu paciente. Identifica-se então com um dos personagens da cena, até sentir o que ele sente. (Nasio)

Na Psicologia, chamamos  de VITIMISMO. Pessoas que, são dependentes emocionalmente, sentem-se incapazes de gerenciar a própria vida e não se responsabilizam pelos seus problemas. Invariavelmente, culpam o mundo pelas próprias dificuldades e descarregam sobre as pessoas mais próximas toda a responsabilidade pelo seu sofrimento.

 

É importante entender que o papel de vítima traz benefícios secundários. Isso quer dizer que, quando a pessoa se retira do protagonismo da sua vida, e culpabiliza os que estão a sua volta por suas dores, ela não precisa assumir a responsabilidade sobre suas dificuldades.

 

Desta maneira, ela deixa de encarar suas fragilidades, evitando a dor que, naturalmente, faz parte deste processo.

 

Além disso, pessoas assim sempre encontram aquelas que se desdobram para retirá-las desse sofrimento, acabam por tentar suprir tudo o que a vítima diz que precisa, mas sem sucesso.  São pessoas que se abastecem da compaixão dos outros.

 

Portanto, mesmo que encontremos soluções práticas para ajudá-las, estas pessoas nunca estarão satisfeitas. Tornando-se satisfeitas, os benefícios secundários desaparecerão, justamente o que a vítima não deseja.  Mas, apesar dos ganhos que a vítima pode receber por se posicionar dessa forma, o sofrimento de estar nesse papel é imenso. Ela fica completamente vulnerável aos movimentos externos, pois depende inteiramente do que acontece ao seu redor. Sua energia é mínima; sente-se enfraquecida.

 

O sentimento de tristeza e frustração é constante.  É importante dizer que as pessoas que vivem o vitimismo, geralmente, não têm consciência de que se comportam dessa maneira.

 

VANTAGEM DO VITIMISMO - O vitimismo pode ser muito vantajoso. Uma pessoa que é vítima de algo, de uma forma ou de outra, acaba sendo poupada das críticas dos outros e conta com a compaixão e a compreensão de muitas pessoas, independentemente do que fizer. Na verdade, aqueles que questionam as ações de uma suposta vítima podem até mesmo serem vistos como insensíveis ou desalmados, existem pessoas que se tornam vítimas permanentes, sofrem o que pode ser considerado uma “vitimização crônica”. Essas pessoas se disfarçam de falsas vítimas, consciente ou inconscientemente, para simular agressões inexistentes e, incidentalmente, culpar os outros, libertando-se de toda responsabilidade.


O vitimismo é, em muitos casos, uma estratégia que traz mais benefícios do que problemas para a pessoa.


Esta condição permite criar uma espécie de imunidade que faz parecer que tudo o que a vítima diz é verdade e que tudo o que ela faz é bem-intencionado. Mas em alguns casos esse vitimismo calculado, seja consciente ou inconsciente, esconde uma chantagem.


A pessoa usa a sua condição de vítima, não porque foi testemunha de algo ou presenciou um crime, mas para ganhar privilégios que de outra forma não conseguiria.


É o tipo de pessoa que faz do seu sofrimento uma espécie de currículo cuidadosamente apresentado.


Em casos mais graves, as vítimas acreditam que isso lhes dá “carta branca” para odiar ou machucar outras pessoas.

 

VITIMIÇÃO CRÔNICA Na realidade, a vitimização crônica não é uma patologia, mas pode levar a um distúrbio paranóico, quando a pessoa insiste em culpar os outros pelos males que sofre. Além disso, esse modo de enfrentar o mundo, por si só, leva a uma visão pessimista da realidade, que produz desconforto, tanto na pessoa que reclama quanto na pessoa que recebe a culpa.


Em muitos casos, a pessoa que abraça a vitimização crônica acaba alimentando sentimentos muito negativos, como ressentimento e raiva, que levam à vitimização agressiva. É o caso típico daqueles que não apenas se queixam, mas atacam e acusam os outros, mostrando intolerância e continuamente violando os direitos das pessoas.Agora que você entende o que está acontecendo e que você pode mudar isso, é hora de agir. Identifique as mudanças que cabem apenas a você e que podem resolver o seu problema. Sem pensar no outro, veja quais ações estão em suas mãos e corra em busca delas.

 

Agora que você entende o que está acontecendo e que você pode mudar isso, é hora de agir. Identifique as mudanças que cabem apenas a você e que podem resolver o seu problema. Sem pensar no outro, veja quais ações estão em suas mãos e corra em busca delas.

 

Primeiramente, é preciso entender que você pode ter bons resultados em sua vida e que é merecedor (a) disso. Depois, com a técnica de hipnose, é possível transformar os pensamentos e crenças limitantes em algo positivo.

 

Dessa forma, mais dono (a) de si e aceitando a suas limitações e qualidades, poderá sair do vitimismo e correr em busca dos seus sonhos!

Viver sob a regência de um Superego inquisidor e algoz é como viver num cárcere privado: você tem o que precisa para sobreviver mas falta-lhe o principal: a liberdade de ser e fazer aquilo que lhe apraz. (Wally Martins)

 

logo PSICO preto e branco FUNDO TRANSPARENTE

"A vida brota a partir de milhares de fontes vibrantes, entrega-se à todos que a agarram, recusa-se a ser expressa em frases tediosas, aceita apenas ações transparentes, palavras verdadeiras e o prazer do amor (...)"

(Wilhelm Reich,1930)

HIPNOSE TRANSPESSOAL

Workshop valor R$250,00

Dia    ___ / ___ / ______  das 13:30 h às 17:30 h

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