É com a falta que se ama. Quem não tem falta não ama. O amor gira em torno da falta imaginária, e é nesse ponto que se aloja o objeto de amor.

Para Lacan, o amor é o encontro de dois saberes inconscientes. Amar é dar o que não se tem a quem não o é, isto é, ama-se um ser para além do que ele parece ser. O amor é dar o que não se tem, e só se pode amar fazendo-se como se não se tivesse, mesmo que se tenha. O amor como resposta implica o domínio do não ter. Dar o que se tem é a festa; não é o amor. O que se busca no amor é a parte para sempre perdida de si mesmo, constituída pelo fato de que ele não passa de um vivente sexual, mortal.

Para Lacan, o amor é um acontecimento particular que ocorre a um sujeito frágil, falível e que é incitado à particularidade do seu ser na convivência com o outro. Trata-se de um objeto imaginarizado, que vem ocupar o lugar do vazio da falta. Supor que alguém tenha em si algo precioso que possa preencher o que lhe falta, leva o amante em direção ao amado. O amante espera do amado a possibilidade de recuperar a totalidade onde nada falta. Assim, amar é reconhecer e exaltar no outro o que ele próprio denega, olha e não pode ver. (Jorge Sesarino)

Como negociar com o(a) ALIENADOR(A) PARENTAL ?

 

É inútil negociar com psicopatas/alienadores parentais.

 

Não aguarde sentimentos dignos de quem deprecia o próprio filho. Não espere que o alienador cumpra qualquer tipo de acordo seja ele verbal ou homologado pelo juízo.

Embotamento afetivo é um tipo de comportamento em que o indivíduo apresenta-se com dificuldades em expressar emoções e sentimentos. É comum ocorrer na esquizofrenia.


A pessoa que sofre com esse transtorno também é chamada de individuo esquizóide. A perda global de emoções pode ocorrer após eventos que causam muita dor ao individuo, fazendo com que ele simplesmente não reaja a emoções e sentimentos, tais como, situações traumáticas ou extremas, como catástrofes, assaltos, violências físicas e psicológicas ou experiência de quase morte.


O embotamento afetivo também pode ocorrer quando se está sob intensa pressão, ou seja, o indivíduo que está sobrecarregado ou oprimido por obrigações, culpas e contrariedades.


Principais comportamentos ligados ao embotamento afetivo


Há muitos comportamentos sintomáticos de quem apresenta embotamento afetivo. Seja como for, apenas um psicólogo poderá dar qualquer diagnóstico. Isso por que a dificuldade em expressar emoções muitas vezes é sintoma de um problema maior. Confira os principais comportamentos:


1) Expressão não-verbal — como postura e expressão facial — não condizente com a interação social, muitas vezes não adequadas ao momento ou circunstância, com oscilação ou ausência de expressão.


2) Indiferenças e anestesia afetiva, levando a pessoa a além de não expressar sentimentos, tornar-se incapaz de sentir, nem ser abalada por circunstância alguma, seja ela boa ou ruim.


3) Depressão severa, que vai além da apatia, pela indesejável convivência com outras pessoas, provocando isolamento extremo. Pode levar a perda total de interesse pela a vida, desmotivação incapacitante e consequentemente ao suicídio.


4) Sintomas físicos, como tremores, respiração ofegante, suor intenso, palpitações, muito relacionado com a ansiedade.

 

logo PSICO preto e branco FUNDO TRANSPARENTE

Toda a nossa energia de vida provêm do somático (corpo). Nele ficam concentrados nossos excessos e nossas reservas libidinais, a serem administradas pelo psiquismo a fim de se apresentarem no mundo, sob diferentes formas. O objetivo último das forças vitais é ganhar representação no mundo para que se faça o self. A ligação entre o psíquico e o somático passa por várias etapas antes de poder adquirir a capacidade de ser representada pelo gesto, pelo pensar, pelo falar. Em todo vínculo que se reconheça como terapêutico, a passagem de um espaço (soma) a outro (psíquico) serve de veículo para as manifestações do self, do que há de mais singular à cada ser humano. A vida, a arte oferecem essas oportunidades para a ligação entre o psíquico e o somático. Mas nem sempre oferecem a presença de alguém capaz de sustentar a possibilidade dessas ligações. Um vínculo terapêutico é um vínculo onde a arte de acolher, escutar, fazer-se interpretar é privilegiada para que a vida se faça presente, manifesta em cada ser. Nem tudo pode passar pela palavra. O que não passa, atravessa o corpo, nos afeta. O somático deixa marcado no corpo tudo o que sabemos de cor (pelo coração) e que ainda não podemos expressar. Um vínculo terapêutico não passa apenas pela palavra. Mas passa pela arte. (Evelin Pestana, Casa Aberta - Página, Psicanálise, Arte, Educação).

Por serem áreas de atuação que abordam ser humano, é muito corriqueiro que as pessoas confundam as funções entre o hipnoterapeuta, psiquiatra e psicólogo. Em suma, são profissionais complementares, ou seja: atuam juntos em um mesmo caso, sendo que o paciente faz psicoterapia com o psicólogo, hipnose com o hipnoterapeuta e o tratamento medicamentoso com o psiquiatra. Logo, se torna conclusivo argumentar que podemos entender o psiquiatra como o “médico do corpo e do cérebro”, enquanto o psicólogo é o “médico da alma e da psique” e o hipnoterapeuta um “facilitador” de ambos processos por conseguir acessar diretamente o inconsciente do sujeito ( onde ficam nossas programações ) e poder reprogramá-lo.

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❖ No envelhecimento existe uma progressiva perda de recursos físicos, mentais e sociais, a qual tende a
despertar sentimentos de desamparo, podendo deixar o indivíduo impotente, indefeso, fragilizado para tomar suas próprias decisões, para enfrentar seus problemas e o cotidiano, não só diante dos familiares, mas também da sociedade como um todo.

O que é esquizofrenia?

Muitos não sabem, mas estresse crônico é o precursor de grande parte das doenças psicológicas, vale dizer que o modo como as pessoas lidam com os problemas é individual, ou seja, subejtivo.

O etilismo (dependência do etanol “álcool”) é um problema grave.

A resposta para essa pergunta é simples: não! Mesmo que o indivíduo não acredite, ela IRÁ funcionar. O sujeito só precisa, entender sua parte no processo e se permitir passar pela experiência.

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