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No mundo da mídia

No mundo da mídia, somos diariamente impelidos a estar e ser de forma a alcançar um sucesso e uma felicidades falsas, sem conteúdo, indignas do que é uma existência propriamente humana. Nos manuais de psiquiatria, e sua moral classificatória, encontramos os diagnósticos de todos os nossos fracassos. Tanto na mídia como na psiquiatria, encontramos padrões pré-estabelecidos que buscam arrancar do humano o que o humano possui de vital: a presença de outro humano, de um ambiente, sociedade, cultura capazes de contribuir para que o melhor de cada um seja minimamente alcançável. (Evelin Pestana, Casa Aberta - Página, Psicanálise, Artes, Educação).

A doença da mente ao corpo

Alimentar o pensamento da doença é alimentar a doença; a mente que produz a doença é a mesma que possibilita a cura; somos o que pensarmos e as memórias que permanecem

A Formulação da Demanda

A Formulação da Demanda!

A demanda, enquanto expressão do desejo, é essencialmente uma demanda de amor dirigida ao outro: é demanda de ser o único objeto de desejo do Outro.
Pelo modo como Lacan considera o narcisismo, surge a ideia de que o desejo é uma busca da satisfação primária. Na obra lacaniana, estas estas proposições têm valor de axiomas que se enquadram na conceptualização global do sujeito, em sua relação consigo mesmo e com o outro. Mas, além da busca primária, nas sucessivas buscas há, por parte da criança uma intenção de significar o que deseja. Este ingresso na significação, medido pela linguagem, é necessariamente incompleto, o que torna impossível reencontrar o júbilo primário.
O desejo, enquanto desejo do desejo do outro, transforma-se no desejo de um objeto impossível de significar; o desejo renasce constantemente, sobre a falta deixada pela Coisa. Todos os objetos com que se procure preencher esta falta serão, apenas, objetos substitutivos. O objeto do desejo é o objeto " eternamente faltante". Assim, o objeto a, enquanto objeto faltante é, em si mesmo, o objeto produtor da falta. A criança pressente, embora não chegue a descobrir, que o outro padece, em seu desejo, da mesma falta que ela sofre e, por isso, aspira a se converter no objeto faltante ( o falo).
De certa maneira, ser o único objeto do desejo do outro transforma-se, na criança, em uma negociação da essência fundamental do desejo, que é a falta. Recusa tanta esta dimensão de falta como a falta no outro, ao se apresentar, a si própria, como objeto desta falta. Inversamente, reconhecer a falta no outro, como algo impossível de preencher, é o que faculta ao sujeito notar a irreversibilidade de sua própria falta. Este é o primeiro passo para o desenvolvimento edípico. Na dialética do Édipo, a criança deve abandonar a posição de objeto do desejo, ocupando, portanto, uma posição na qual passa a ser objeto do desejo de objetos substitutivos.

Fraterno abraço
André Lacerda - Psicanalista

A resiliência

RESILIÊNCIA

A resiliência é um conceito psicológico emprestado da física, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse etc. - sem entrar em surto psicológico. A American Psychological Association define resiliência como o “processo e resultado de se adaptar com sucesso a experiências de vida difíceis ou desafiadoras, especialmente através da flexibilidade mental, emocional e comportamental e ajustamento a demandas externas e internas”. Sabbag (2012) a define como: "resiliência é competência de indivíduos ou organizações que fortalece, permite enfrentar e até aprender com adversidades e desafios. É uma competência porque pode ser aprimorada: reúne consciência, atitudes e habilidades ativadas nos processos de enfrentamento de situações em todos os campos da vida".

Anton Mesmer

O emprego da hipnose na medicina começou com Anton Mesmer, no século 18. Para ele, a doença era criada por uma sugestão do organismo e podia ser solucionada com a transmissão de ondas magnéticas de uma pessoa para outra.

Em suas sessões, ele usava imãs e outros objetos para colocar o paciente em um suposto estado de sono que levaria à cura. Até então, a prática era chamada de mesmerismo.

FÚRIA NARCÍSICA

FÚRIA NARCÍSICA

A fúria narcísica pode variar desde dar de ombros friamente e o uso da agressividade passiva (silêncio injustificado e cara fechada) a episódios violentos. A fúria narcísica pode ser desencadeada por inúmeros motivos que façam com que o narcisista se sinta de alguma forma confrontado. Isso para ele é um ataque e usará a fúria narcísica para "dar o troco".

Vale lembrar, narcisistas criam uma dependência em suas vítimas para que todo o mundo do parceiro gire em torno do narcisista. Se o narcisista de repente retira afeto ou deliberadamente não presta atenção ao parceiro, estes comportamentos podem ter efeitos devastadores para a pessoa na ponta receptora. Somente quem já tiver sofrido isso, poderá saber o quão profundamente isso pode machucar.

Ao mesmo tempo, o narcisista também pode até planejar como se vingar da pessoa que ousou "desafiá-lo". Assim, a pessoa recebe o dobro do castigo ...!

Na outra extremidade deste espectro, está a violência, que pode ser verbal, sexual ou física. Narcisistas malignos com raiva jogam coisas pela casa, quebram itens, móveis, portas e paredes. Como isso não basta para extravasar sua fúria, agredir fisicamente aquele que o "atacou" também é bastante comum.

A violência verbal, no entanto, é uma especialidade deles. Eles sabem como fazer com que uma pessoa se sinta instantaneamente com cerca de 2 centímetros de altura. Eles vão direto aos pontos mais fracos, usam suas confidências, medos, complexos, traumas e se não encontram pontos fracos, apelam para ofensas que nada têm a ver com sua conduta real (você é vagabunda, tem amantes, você é drogado, bêbado, você faz tratamento psiquiátrico, etc), pois não têm nenhum problema em jogar sujo.

O nome da autora é Lucy Rocha, administradora dapágina Relaçoes Tóxicas, advogada e Personal Coach.

 

www.hipnose-psicanalise.com.br 

Milton H. Erickson - hipnoterapeuta e médico psiquiatra

Milton H. Erickson (1901 - 1980), um grande, hipnoterapeuta e médico psiquiatra, desenvolveu varias abordagens na hipnoterapia que deixam o próprio paciente ''escolher'' o caminho para a superação dos problemas. A hipnose seria o despertar no paciente de novos significados, atitudes e crenças, que suspendendo parcialmente as suas limitações conscientes, possibilitam ampliar a sua receptividade para diferentes escolhas e comportamentos

Depressão e Hipnose

DEPRESSÃO - os medicamentos são importantes, contudo, estes são incapazes de ensinar ao indivíduo habilidades para resolver problemas e maneiras de relacionamentos para a superação da depressão. A prescrição terapêutica pela HIPNOSE é necessariamente individualizada para cada indivíduo e, portanto, a solução mais plausível para este sintoma que é um estado de consciência passageiro.

A semente e o indivíduo

A semente de um pinheiro contém, em forma latente, a futura árvore; mas cada semente cai em determinado tempo, em um determinado lugar, no qual intervém um determinado número de fatores, como a qualidade do solo, a inclinação do terreno, a sua exposição ao sol e ao vento. A totalidade latente do pinheiro reage a essas circunstâncias evitando as pedras, inclinando-se em direção ao sol, modelando, enfim, o crescimento da árvore. É assim que um pinheiro começa, lentamente, a existir de fato, estabelecendo sua totalidade e emergindo para o campo do real. Sem a árvore viva, a imagem do pinheiro é apenas uma possibilidade ou uma abstração. E a realização dessa unicidade no indivíduo é o objetivo do processo de individuação.

O Homem e Seus Símbolos - Carl Gustav Jung, Cap. 3, pag, 213, §3.

O hábito e os laços

Todo hábito tece em torno de nós uma teia sempre mais sólida de fios de aranha; e logo percebemos que os fios se tornaram lagos e que nós mesmos ocupamos o centro, como uma aranha que se prendeu a si e que deve viver de seu próprio sangue. É por isso que o espírito livre odeia todos os hábitos e regras, todo o duradouro, o definitivo, é por isso que recomeça sempre, com dor, a romper em torno dele a teia: embora deva sofrer em consequência de muitos ferimentos, pequenos e grandes – pois é dele próprio, de seu corpo, de sua alma, que deve arrancar esses fios. Deve aprender a amar onde odiava e vice-versa. Não deve até mesmo ser impossível para ele semear os dentes do dragão no campo onde recentemente fazia correr os chifres da abundância.

- Nietzsche em Humano demasiadamente humano.

O melhor médico é o pensamento

Não existe médico melhor do que um pensamento alegre para dissipar as doenças do corpo; não existe nenhum confortador que se compare à boa vontade para dispersar as sombras do pesar e do sofrimento. Viver continuamente em pensamentos de má vontade, cinismo, suspeita, e inveja, é como estar confinado ao buraco de uma prisão feita por você mesmo. Mas pensar bem de todos, ser alegre com todos, pacientemente aprender para encontrar o bem em todos - tais pensamentos altruísticos são os próprios portais do céu; e viver dia após dia com pensamentos de paz em relação a cada criatura trará paz abundante para quem assim agir.
(James Allen)