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Ansiedade

Se você pensar em um futuro péssimo ficará mal de imediato, se pensar em um futuro ótimo irá sorrir de imediato.

Ansiedade é um estado de alerta que procura mostrar ao indivíduo que há um perigo eminente. A descarga ansiosa excessiva serve para que a pessoa tome providências seja para o enfretamento ou para uma fuga da situção.


Em psicossomatica pode causar ao indivíduo, transtornos mentais, vivências extremas de estresse, alcoolismo, tabagismo (fumar), uso de drogas, obesidade ou mesmo dietas alimentares compulsivas.

Uma pessoa angustiada tem medo do nada, o indivíduo ansioso tem medo de tudo.

Portanto, nos novos padrões sociais em que vivemos e com auxílio da hipnoterapia o indivíduo consegue estabelecer o seu equilibrio emocional mais rapidamente evitando assim o descompasso psiquico e problemas diversos em sua vida e rotina.

Como é bom “beber” na fonte... FREUD

Como é bom “beber” na fonte... SEMPRE!

Hoje resolvi retroagir ao período dos pródromos da Psicanálise!
Entendendo o “sinal anunciador” compreende-se melhor o que se tem hoje.

No início era a catarse..., a ab-reação!
Foi a TEORIA DO TRAUMA (1897).
O paradigma era: “a cura consistiria em lembrar o que estava esquecido” (Freud, 1897).

Daí vem o “topos” (lugar, em grego)!
A TEORIA TOPOGRÁFICA (1900).
Os três “lugares” da mente: Consciente, Pré-Consciente e Inconsciente.
O paradigma passou a ser: “tornar consciente o que estiver inconsciente” (Freud, 1900).
A Teoria Topográfica, segundo Freud, mostrou-se, por demais, estática.
Também prefiro o “movimento”, sempre!
O “movimento” é bom! Como é!

Enfim, 1923.
A TEORIA ESTRUTURAL tripartide.
Que venha o Id e suas belas pulsões,
o EGO e suas funções e representações,
e o SUPEREGO e suas ameaças e culpas...
O paradigma tornou-se: “onde houver Id (e Superego), o Ego deve estar” (Freud, 1923).
Nessa prefiro, humildemente, o meu:
“derrama o Id no Ego e afoga o Superego com bolhas de vida”.

E o que dizer da CONCEITUAÇÃO SOBRE O NARCISISMO?
Talvez não uma teoria, mas...
Uma semente plantada (lá por 1906 a 1920) que continua germinando e crescendo com o sol a pino das 12 horas!
Germinou, sempre germinará, como diria Grunberger (1979), “onde houver o Narciso, Édipo deve estar”. Novo paradigma!

Enfim a DISSOCIAÇÃO DO EGO!
1940...
A clivagem do sujeito...
Ao apagar das luzes de sua imensa obra, Freud nos privilegia com o estudo da cisão ativa intrassistêmica!

O gênio de Freud possibilita que, entre avanços, transformações e sucessivos movimentos (sempre), ele construísse os alicerces essenciais do edifício metapsicológico e prático da psicanálise (Zimerman, David E., 1999).

Como é bom “beber” na fonte...
Proteína pura para quem ama a Psicanálise!

(Marcos Castro)

O SIMBÓLICO, o IMAGINÁRIO e o REAL...

O SIMBÓLICO, o IMAGINÁRIO e o REAL...
São os chamados registros...

O registro psíquico do SIMBÓLICO é o “lugar” fundamental da linguagem.
É a relação do sujeito com o GRANDE OUTRO...

O ANALISTA faz surgir esse GRANDE OUTRO!
Um momento fecundo da sequência transferencial...
Onde o sujeito inconsciente se manifesta através da linguagem.
Belo isso!

Já o IMAGINÁRIO é o registro psíquico no EGO, onde o sujeito busca sua completude, sua sensação de unidade,
busca sustentar-se.

E o REAL?
O REAL é o registro psíquico que não deve ser confundido com a noção corrente de realidade.
O REAL é o impossível, aquilo que não pode ser simbolizado e que permanece impenetrável no sujeito.
O Cerne!
O REAL escapa à materialização e, assim, também o desejo!

Por isso sempre desejamos?
Sim!
Pois o desejo, elemento do REAL, sempre estará além da capacidade de representar do sistema SIMBÓLICO.

Somos, portanto, seres desejantes...
Já que eles (Simbólico, Imaginário e Real),
se sustentam entrelaçados!
Que bom!

Assim, é inevitável: SIMBOLIZAR (temos "simbolinhos" ou para quem preferir simbolozinhos...), IMAGINAR sustenta a completude do ego e, principalmente, DESEJAR...SEMPRE!

(Marcos Castro)

O ciúme

O ciúme pode ser o veneno da alma e do relacionamento, ele é a arena do individuo e se encontra dentro do próprio ser e, parece não lhe dar paz antes de uma luta acirrada contra sua própria imaginação e seu orgulho. Sendo uma paixão que gera o medo. O ciúme tem sua raiz na inveja, com o principio de ter a pretensão de possuir algo que é do outro, e que por sua vez acha não ter.

A mágoa

A mágoa se apresenta como um desgosto, um descontentamento, que pode ser por alguém ou pela própria vida, com sessões de hipnoterapia o indíviduo passa a bloquear e entender esses sentimentos.

O ódio

O ódio é o desejo de fazer mal e nada mais importa;  nesse rumo, o ódio contra o mal é o mesmo que combater o mal com o mal que, se manfesta pelo desprezo; sentimento de vingança; ressentimento e pelo perdão conciliátório, com a hipnoterapia o individuo elimina essas sentimentos deuam maneira saúdavel.

O medo

Muitos medos nos trazem sofrimento, e é preciso entender porque eles nos machucam tanto, quando poderíamos viver muito bem sem eles. ( Odair J. Comin )

Nossas idéias

Tudo o que existe dentro de nós não passa de idéias; e idéias podem ser mudadas a qualquer momento. ( Odair J. Comin )

O inconsciente é como um sótão

O inconsciente é como um sótão em que está guardado todo o material inutilizado ou inutilizável de nossa experiência pessoal e tribal, na maior confusão: antigas fotografias de casamento, o xalé da avó, os escritos do bisavô. Esses materiais afloram da mixórdia por acaso, como acontece quando crianças brincam no sótão ou uma faxineira curiosa começa a revirar relíquias empoeiradas. A natureza não foi feita para que nos enganemos. E nós, muito menos, fomos feitos para nos enganarmos. Acontece apenas que não podemos enfrentar ao mesmo tempo todas as informações e emoções que nos são transmitidas. Assim consignamos uma parte para o sótão do inconsciente.

Penso e reflito

Hoje...

Penso e reflito novamente sobre os fundamentais axiomas e princípios (fui redundante!) da amada Psicanálise:
1º - Determinismo psíquico ou CAUSALIDADE.
2º - Os processos mentais inconscientes são de GRANDE FREQUÊNCIA.

Daí me vem Descartes (René):
“Penso, logo existo” (Cogito, ergo sum).
E vem logo de pronto o gozo de Lacan (Jacques):
“Penso onde não sou, portanto SOU onde não penso”.

Então, tento resumir, convergir, compartilhar JUNTO...
Tudo tem uma CAUSA (Se tem!)!
Somos nosso Inconsciente (Se somos!)!
Descartes errou...
(também, isso foi lá por 1.600: século XVII). Passou...
Fico com o INCONSCIENTE!

Id, Ego e Superego.

Volto ao meu mantra:
“Derrama o Id no Ego e JUNTO afogue o Superego com (muita) vida sempre”!
De forma abundante...e SEMPRE diferente! Movimento!
Ria..., Ria JUNTO...Ria meiga e delicadamente!
É Muito bom! Sempre sacia!

(Marcos Castro)

O espelho e os sonhos

O espelho e os sonhos são coisas semelhantes, é como a imagem do homem diante de si próprio.
(José Saramago)